8 dicas para o líder estimular novas metas na equipe em 2021

O final do ano é sempre uma época saudosa e que nos motiva a refletir. Em um momento em que tudo se transforma rapidamente e que a resiliência se tornou uma habilidade fundamental, mergulhar em si é o ponto de partida para planejar o próximo o ano. Para cuidar da vida profissional, o caminho é ter metas claras e cuidar da saúde emocional em 2021.

“Com autoconhecimento, é possível traçar metas e readaptar os sonhos mesmo em dias desafiadores. É preciso ter consciência no que você é bom e quais são seus pontos a melhorar. Os líderes exercem um papel importante nessa jornada.”, explica a psicóloga Amanda Amorim, da Clínica Espaço Construir.

Por que seus objetivos são importantes e como eles vão impactar positivamente a sua vida e de quem está ao seu redor? O que é tão importante para te fazer feliz? Essas são algumas perguntas que podem ser feitas de imediato.

Pensando no desenvolvimento pessoal e profissional, as empresas e os líderes podem ajudar dando recursos na hora do planejamento e contribuindo com orientação de carreira. A psicóloga lista 5 outras dicas que potencializam as equipes e estimulam a equipe do começo ao final de um novo ano.

1- Realize uma avaliação de desempenho e invista no feedback;
2- Estabeleça, em equipe, quais são as metas da área;
3- Dê clareza para os colaboradores de quais são as metas da organização para 2021;
4- Presenteie os colaboradores com algo personalizado. Isso gera sentimento de pertencimento e reconhecimento;
5- Ouça quais são as dificuldades que eles estão enfrentando com o trabalho home office para propor estratégias eficazes. A escuta é grande aliada!
6- Esteja disposto a vivenciar mudanças todos os dias;
7- Ajude a equipe a organizar o tempo;
8- Estimule o cuidado com a saúde emocional.

Confira 4 dicas para planejar 2021

O início do ano é um bom momento para traçar metas, readaptar objetivos e estabelecer novos desafios. Pensar nisso faz parte do processo de planejamento da vida e traz saúde mental. “Como manter esse foco em dias tão incertos?” é a pergunta que muitas pessoas trazem. Será que é possível ter planos em um cenário ainda tão incerto?

“Sim, é possível. Precisamos apenas ajustar os planos para prazos mais curtos. Neste momento, recomendo focar em momentos e decisões que atendam suas necessidades e pensar do individual para o coletivo. O que você pode fazer por você mesmo hoje?”, explica a psicóloga Amanda Amorim, da Clínica Espaço Construir.

O ponto de partida é tirar um tempo para refletir e se apropriar de suas conquistas, rever e identificar o que pode ser desenvolvido para que novos sonhos se realizem. “A vida fica estagnada quando você acha que tudo depende do que está no externo para ser feliz. Para sair de um cenário pessimista, foque em si e procure saber do que precisa para evoluir e aprender”, acrescenta a especialista.

Segundo ela, ter consciência dos padrões de pensamento é fundamental para resignificá-los. Quanto mais você se conhece e se observa, maior será a sua capacidade de lidar com as adversidades da vida, ampliar a positividade e mais criatividade terá para transformar situações.
Cuidar de si é o caminho para ser mais feliz, motivado e bem-sucedido.

A felicidade é um estado. Somos capazes de ter momentos de alegria, paz e bem-estar. A ideia é conseguirmos tem mais momentos deste estado. Três itens ajudam nessa jornada: equilibrar todas as áreas da vida (mental, espiritual, acadêmico, profissional e familiar), exercitar a gratidão e cuidar da organização. “A importância da gratidão é para que possamos se apropriar e valorizar das coisas boas e que refletem em nosso desenvolvimento. Outro foco importante é aprender a administrar o tempo. Isso trará uma sensação de produtividade que promove esperança”, ressalta a psicóloga.

Isso não significa querer ter o controle de tudo com rigidez. “Controlar paralisa as ações. Tenha em mente o que precisa fazer para se sentir bem. Coloque menos prazos e mais intenções do que deseja realizar”.

1- Escolha um momento que esteja mais tranquilo, tanto internamente quanto o externo;
2- Divida em áreas (pessoal, familiar, acadêmico, profissional);
3- Foque em você;
4- Se questione: o que sinto falta?, o que preciso para me sentir bem?

Rotina ajuda a família a organizar o tempo e cultivar saúde

A quarentena trouxe uma forma nova de vivência familiar e outra dinâmica profissional a muitas pessoas. Com o trabalho home office e o ensino a distância mantendo os filhos mais tempo em casa, é preciso repensar a organização de tudo isso para cultivar a saúde física e emocional, tão importantes neste momento.

A psicóloga Amanda Amorim, da Clínica Espaço Construir, lembra que investir na rotina trará tranquilidade a todos. “A rotina é positiva em qualquer fase e ainda mais em situações desafiadoras. É um caminho possível para favorecer a tranquilidade na vida pessoal e profissional, pois reduz o estresse e a ansiedade em casa, uma vez que definimos como será o nosso dia e a semana”, explica.

Na prática, você pode criar um quadro com atividades para cada membro da família e deixar visível para que todos acompanhem. “Com crianças, podemos utilizar imagens que ilustram o que vai acontecer, como hora do banho, hora de comer, brincar, dormir, estudar e hora com a mamãe e papai”, explica a psicóloga.

Segundo ela, a rotina serve para trazer organização mental do que fazer e quais são as prioridades. “Diante de tanta cobrança pela produtividade, é importante saber que, sem qualidade de vida, fica difícil produzir no isolamento social. Precisamos nos adaptar, compreender o novo contexto familiar para reduzir o estresse e a ansiedade”.

“Dar conta” neste momento significa cumprir compromissos profissionais, mas sem descuidar de si e de quem você ama. “Não dá para abrir mão da higiene, saúde, sono, alimentação e aprendizado. Isso tudo nos motiva e nos ajuda a seguir em frente mais feliz, por isso precisam entrar na rotina”, acrescenta Amanda.

Se este assunto te interessou, veja aqui nosso outro texto com dicas para lidar com as crianças e os adolescentes na quarentena.

Como lidar com a ansiedade e o estresse no isolamento

Você sabia que os pensamentos e as emoções influenciam diretamente na saúde física? Cada vez mais, estudos investigam os efeitos dos pensamentos na vida das pessoas e a conexão entre a mente e o corpo. Manter a mente em harmonia é fundamental para evitar dores e doenças físicas. É possível lidar com a ansiedade e o estresse no isolamento.

As emoções são sentimentos produzidos a partir dos nossos pensamentos (inconsciente ou consciente). Essa consciência pode ser boa e ruim, previsível ou imprevisível. “Podemos ter sensações boas ou não a partir das nossas reflexões”, explica a psicóloga Amanda Amorim, da Clínica Espaço Construir.

Segundo ela, a partir do que pensamos, construímos nosso mundo interno. Pensamentos também podem ser entendidos como crenças. “Sendo estas limitantes ou não no nosso processo de desenvolvimento”, acrescenta.

Pensar é uma condição humana e não é possível simplesmente eliminar um pensamento que, por sua vez, gera alguma emoção dentro de nós.

O que fazer então? “Devemos controlar o que pensamos por meio de treino e exercícios mentais. A partir disso, aprendemos a ressignificar as nossas ideias e, consequentemente, experimentaremos emoções diferentes”, ressalta a psicóloga.

Ressignificar é dar um novo sentido. “Na terapia, o processo é profundo. Precisamos analisar e compreender o motivo de tal pensamento ou crença. Então, a partir desta descoberta, conseguimos ajudar o paciente a transformar o que surge em sua mente”.

Estamos vivendo momentos de dores e angústias. A pandemia do Covid-19 trouxe muitas incertezas e medos na humanidade. “Nesse contexto, tendemos a nos misturar com esses sentimentos. Podemos aprender a ser empáticos sem absorver sensações que não são minhas”, explica Amanda.
Outro ponto importante é ter consciência de que é capaz de gerar sentimentos bons e ruins, por isso o melhor é se autorresponsabilizar pelos acontecimentos da vida. “Isso nos empodera, fortalece e motiva a fazer algo por nós mesmos a partir de uma pergunta: o que quero pra mim?”, ressalta a psicóloga.

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Você não tem o controle sobre tudo, mas pode cuidar dos seus pensamentos:

1- Para cada pensamento ruim, faça uma substituição  positiva. Por exemplo: “tenho medo de ficar doente” por “estou saudável”;
2- Vigie pensamentos e o que vê. Estimule os sentidos com imagens, falas e escutas boas;
3- Reflita sobre as suas realizações. Pense sobre as suas ações e conquistas diárias e reconheça os pontos positivos nelas. Elas estão na simplicidade;
4- Procure relaxar a mente pelo menos por alguns minutos todos os dias. Respire, leia um livro, assista a um bom vídeo e experimente ficar em silêncio;
5- Veja o lado bom nas situações;
6- Movimente seu corpo e respire profundamente;
7- Invista em autoconhecimento! E, neste momento, é possível fazer terapia on-line.

“Tudo depende de como vemos as coisas e não de como elas são”, Carl Jung.

Qual é o papel do medo em nossas vidas?

“Todos os homens têm medo. Quem não tem medo não é normal; isso nada tem a ver com a coragem”, Jean-Paul Sartre. O filósofo nos faz pensar nos papel do medo em nossas vidas. Será que precisamos superá-lo? Quando é preciso buscar ajuda?

“O medo tem como papel principal o de sinal de alerta diante de algo que causa a sensação de ameaça. Na infância, é comum medo de escuro, fantasmas, de crescer, de perder os pais, por exemplo”, explica Amanda Amorim, psicóloga da Clínica Espaço Construir.

Segundo ela, a criança tende a se comportar a partir de modelos, reproduzindo o que vê e percebe. Então, pais medrosos em excesso, filhos com grandes probabilidades de se mostrarem medrosos. “Aprender a enfrentar nossos medos é um ótimo modelo de assertividade para os pequenos”, acrescenta.

Na fase adulta, os medos estão mais relacionados ao fracasso e julgamento alheio. Isso prejudica as tomadas de decisões, porque a pessoa se mostra insegura e confusa. Pode acontecer de haver medo de altura, de lugares fechados e também diante de situações inesperadas, como as que estamos vivendo nos últimos tempos.

Apesar de ser algo natural na infância e na fase adulta, o medo precisa ser compreendido e, muitas vezes, superado. Quando ele paralisa a vida, é hora de procurar ajuda e buscar autoconhecimento para lidar melhor.

Como lidar com o medo

Para vencer, é fundamental trabalhar a autoconfiança e a autoestima. Em terapia, é possível compreender que tipo de medo temos: reais ou irreais. Falar e identificar quais são os pensamentos, sentimentos e criar consciência para fortalecer as emoções e lidar com o medo são caminhos importantes.
“Há a necessidade de entender quais são as crenças que absorvemos no decorrer da vida sobre os medos. E, então, desmistificar para lidar melhor com eles”, ressalta a psicóloga.

Ajude as crianças
Ouça seus medos e jamais julgue ou me
nospreze o medo da criança. Busque soluções para lidar com o medo compartilhado. Se for de escuro, ofereça uma lâmpada acesa. Estimule o diálogo!

Terapia on-line em tempos de Coronavírus

A pandemia do Coronavírus impactou a rotina de muitas empresas e famílias. Mudou a vida de todos nós. O trabalho remoto e o isolamento da população em casa foram adotados como medida importante para frear a contaminação em nosso país.

Durante esse período, é fundamental manter o senso de comprometimento e a organização para que a vida profissional não pare. Muitas escolas já estão oferecendo o ensino à distância como excelente alternativa para o ritmo de estudos não ser prejudicado, por exemplo.

Milhares de profissionais estão mantendo suas jornadas de trabalho usando o computador e a internet. Nos conectamos diariamente com todos os que precisamos. E a saúde, como fica nesse cenário? Academias e espaços abertos também foram fechados.

Assim como a maioria dos serviços continuam funcionando apesar de não ser presencialmente, existem alternativas para cuidar do emocional também, à distância. Além de diversos aplicativos que propõem exercícios, como Asana Rebel (yoga e funcional), é possível fazer terapia on-line. Sim!

Da mesma forma que acontece no presencial, a terapia on-line acontece com: acolhimento, empatia, ética, comprometimento com horário, sem interrupções e ambiente adequado e equipamentos que funcionem.
Alternativas

É tempo de inovar e seguir. O Google liberou gratuitamente algumas ferramentas para contribuir com a produtividade de todos em home office. Qualquer pessoa pode usar ferramentas, como Gmail, Calendário, Drive, Classroom, Hangouts Meet e Hangouts Chat, além do G Suite for Education, enquanto trabalham, aprendem e se cuidam remotamente.
Vamos, juntos, manter os cuidados com a saúde mental!

Por que é tão difícil mudar?

Já parou para pensar por que é tão difícil mudar? Uma das razões é porque mudar exige esforço e dá trabalho. A mudança é desconhecida. Geralmente, é algo que não foi vivido ainda. Isso gera insegurança e medo. Esses sentimentos são compreensíveis, mas é preciso saber lidar com eles.

A mudança pode surgir em qualquer área da vida e a todo o momento. Pode vir configurada em um emprego novo ou em transformações no trabalho, nos relacionamentos, condição social, planos e outras situações.

Dois passos são fundamentais para lidar com as mudanças. O primeiro é investir em autoconhecimento e isso também é doloroso. É importante perceber sua identidade, gostos, necessidades, limitações e se autorresponsabilizar. Culpar menos os outros e assumir a postura de quem aprende e progride.

O segundo é transformar o medo em ação. “Ter foco e objetivo. O medo faz parte e ter consciência de que ele existe já é um grande passo para a transformação do medo em ação”, explica a psicóloga Amanda Amorim, da Clínica Espaço Construir.

Em tempos de mudanças constantes, quem não se adapta, perde oportunidades. “As mudanças estão presentes e são constantes em nossa vida. O jeito é encará-las de forma positiva e aprender com cada uma delas. Quem possui dificuldades para lidar com isso, perde oportunidades. Uma delas, a de novas aprendizagens”, ressalta.

Segundo Amanda, em terapia, é possível refletir e desenvolver estratégias para lidar com o inesperado. “A terapia é o processo para ser conhecer e identificar suas potencialidades e fragilidades para que possa tomar decisões assertivas e conquistar mais tranquilidade”.

A especialista destaca três dicas para lidar com mudanças:

1- Seja otimista e busque o aprendizado nas mudanças;
2- Não queira controlar o mundo. Confie! A mudança pode ser boa;
3- Invista sempre na autoanálise. Ela é fundamental na tomada de decisões.

Oficina das emoções desenvolve habilidades socioemocionais nas escolas

A nova geração de crianças e adolescentes vive uma realidade completamente diferente de 20 anos atrás. Guiados pela tecnologia e com o acesso ilimitado ao conhecimento e à informação, é impossível exigir o mesmo comportamento de antigamente. Para enfrentar os novos desafios de educar e ensinar, é fundamental desenvolver neles habilidades socioemocionais em casa e na escola.

A rotina de muitas famílias é exaustiva e esta realidade acaba reduzindo o tempo de acompanhamento dos filhos. Para compensar a vida frenética e proporcionar conforto e segurança, a superproteção ganha espaço demais e gera problemas.

“É importante que os pais não poupem seus filhos de lidar com a frustração e outros sentimentos negativos. Precisamos falar sobre isso com as crianças e os jovens e ajuda-los no processo de autoconhecimento. Lidar com desafios é importante agora e no futuro”, explica a psicóloga Amanda Amorim, da Clínica Espaço Construir.

Nesse contexto, os cuidados com sentimentos e emoções nunca foram tão importantes como agora. “As emoções são respostas neurais para estímulos externos. O sentimento, por sua vez, é uma resposta à emoção e diz respeito a como a pessoa se sente diante daquela emoção. É preciso aprender a identificar cada uma”, acrescenta.

Segundo ela, quando o filho ou o aluno encontra um espaço acolhedor para expressar o que sente, tudo flui melhor. A causa de comportamentos agressivos ou explosivos, por exemplo, é descoberta. Com isso, as dificuldades são enfrentadas e o conflito reduzido.

“Controlar as emoções, conviver com as diferenças, tomar decisões, expor a opinião, respeitar o outro e agir com autoconfiança são aprendizados. Quando possibilitamos a reflexão sobre isso, abrimos um caminho mais positivo”.

Na prática

Um trabalho tem sido bem positivo em alguns colégios e no consultório: é a oficina das emoções. A psicóloga escolhe um filme para discutir e refletir. As crianças e os adolescentes precisam identificar um sentimento bom e um ruim e duas emoções na história que assistiram. Uma roda de conversa é montada e todos falam sobre suas percepções, compartilham experiências e vivências associadas ao conteúdo apreciado. Esse é um bom caminho para promover autoconhecimento.

Por que é importante falar das emoções

Em qualquer fase da vida, todos nós aprendemos mais e melhor quando temos condições emocionais para isso. Além de favorecer o aprendizado em sala de aula, o autoconhecimento estimula a responsabilidade, a persistência, a resiliência, a criatividade, a cooperação, reduz o medo de errar e o bullying.


Confira atividades simples que podem ser trabalhadas em sala de aula e em casa

– Brincar com emojis: eles fazem parte da vida das crianças e dos adolescentes. Utilize alguns para conversar sobre situações em que eles se sentiram com determinada “carinha”.

-Fantoches: para crianças pequenas, quanto mais lúdico for, melhor. Dramatize e crie personagens para falar sobre as emoções.

– Jogos, cartas e baralho da emoção: também ajudam a tornar as emoções mais claras dentro de cada um.

Janeiro Branco: Saúde mental deve ser abordada nas empresas

Janeiro Branco, a maior Campanha do mundo em prol da construção de uma cultura da Saúde Mental na humanidade, nasceu para tornar realidade o ideal de um mundo mais saudável fisicamente e também emocionalmente. O tema deve ser abordado dentro das empresas com urgência.

Essa é mais uma oportunidade de colocar em máxima evidência a prevenção ao adoecimento emocional que, hoje, afasta milhares de colaboradores em diversas organizações. “Precisamos convidar as pessoas para cuidar de si, de sua saúde, de seu bem-estar. As empresas podem melhorar as relações sociais e a saúde de todos”, diz a psicóloga Amanda Amorim, da Clínica Espaço Construir.

Segundo ela, as questões mentais, sentimentais, relacionais, comportamentais merecem destaque, atenção e, claro, cuidado. “Autoconhecimento, psicoterapia no ambiente de trabalho e ações que buscam a qualidade de vida precisam entrar na lista de prioridades. Quem cuida da mente, cuida da vida. É capaz de criar, colaborar e, então, produzir”.

Há sofrimentos que podem ser prevenidos. Há dores que podem ser evitadas e tratadas. “A saúde mental é fundamental para que possamos atingir metas e objetivos concretos. Pensar na saúde emocional dos colaboradores é uma excelente estratégia para garantir o sucesso de qualquer negócio”, ressalta.

Confira 4 ações podem gerar transformações no ambiente de trabalho:

Psicoterapia online – ofereça atendimento gratuito para as equipes
Palestras sobe saúde – encontros são sempre bem-vindos
Meditação e yoga – valorize atividades que trabalham o autoconhecimento e a respiração
Grupos para exercícios – praticá-los também é fundamental

Autorresponsabilidade é a chave para o seu sucesso pessoal e profissional

Culpar outras pessoas não ameniza a dor e não resolve problemas. Ao procurar culpados, deixamos de crescer na vida pessoal e profissional. É nesse contexto que surge a ideia da autorresponsabilidade, que significa que você é o único responsável pelo seu sucesso e felicidade. Já pensou nisso?

Se as suas finanças, por exemplo, estão deixando a desejar, não adianta culpar a crise econômica do país ou seu chefe. Se você se sente estressado, nada resolverá dar justificativas que é o trabalho ou a falta de tempo para descansar.

Segundo Amanda Amorim, psicóloga da clínica espaço construir, a autorresponsabilidade dá à pessoa mais controle sobre todos os aspectos da própria vida. Com isso, ela reflete sobre suas ações ao invés transferir a culpa para os outros ou coisas, aprende e progride.

“Ela é a base da psicoterapia. Quando conseguimos fazer o paciente compreender a importância de ele ser o protagonista de sua história, é transformador”, explica.

Se autorresponsabilizar é um desafio porque é fundamental ser flexível e receptivo, sendo que a maior parte do tempo queremos ser controladores e rígidos. “Para superar, precisamos nos propor a avaliar nossas atitudes e comportamentos. Autoconhecimento é essencial. Esteja aberto a mudar os hábitos, foque nos resultados e aprenda com os erros”, acrescenta a especialista.

Escolha o caminho da autorresponsabilidade e lembre-se:

Não há desculpa para o fracasso
Assuma o comando da sua vida: você é responsável por seus objetivos
Supere as frustrações
Dê um passo de cada vez. Seja perseverante
Coloque suas metas no papel e siga em frente
Ao invés de tentar justificar seus erros, aprenda com eles.